7 de abril de 2012

Dúvidas pascais - Luis Fernando Veríssimo

- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é...bem... é uma festa religiosa!
- Igual Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Filho de Deus Pai! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a, professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa .... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho.
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk


6 de abril de 2012

Conselhos valiosos!

Este é um dos vídeos do Padre Chrystian Shankar, eu recomendo todos e a todos. São palavras de fé e amor faladas de uma forma realista, mas sem deixar de serem santas.




Tríduo Pascal

Para que seja plenamente entendido o significado do Tríduo Pascal, torna-se fundamental entender o sentido que existe no conceito de “tempo”. O que significa o tempo? Explicá-lo é sempre dificultoso, já o dizia Santo Agostinho: “Se ninguém me pergunta sei o que é, mas se eu quiser explicar não sei o que é”. Na verdade, existe um tempo cósmico, que é o tempo que existe e passa, e nele ocorre o desenvolvimento da história humana. Diferentemente, existe o tempo sagrado, que pode ser recuperado pela pessoa humana e ser celebrado para agradecer e louvar a divindade. Ora, Cristo entra no tempo e condiciona a história. Para a Igreja, a história é o lugar da revelação divina. Deus se mostra e se desvela no tempo. Os cristãos criaram seu tempo sagrado ao organizarem seu ano litúrgico, começando pela organização de sua semana. Como no primeiro dia da semana Deus iniciou a criação fazendo a distinção entre a luz e as trevas, com Jesus Cristo ressuscitado surge a nova criação. Ele vence as trevas com a luz da sua ressurreição. Por isso, na Igreja primitiva, os cristãos se reuniam e celebravam a Páscoa de Jesus Cristo, não mais no sábado, mas no domingo (Dia do Senhor). Assim, cada domingo era evento pascal. Um dia de domingo anual era a festa maior de Páscoa. Cessando as perseguições dos romanos aos cristãos, no século IV, a Igreja, com mais liberdade, foi ampliando a celebração do mistério pascal para mais dias. Aos poucos foram surgindo: o Tríduo Pascal, o Tempo Pascal, a Oitava de Páscoa, a festa da Ascensão e de Pentecostes, a Quaresma e o Domingo de Ramos.

São os três dias mais importantes de todo o nosso calendário litúrgico, sendo o ponto culminante a Vigília Pascal. O tríduo se inicia com a celebração da Quinta-feira Santa e termina com as vésperas do Domingo da Ressurreição.

Quinta-feira Santa da Ceia do Senhor: Nesta celebração, somos convidados a celebrar a Nova Aliança selada com o Corpo e o Sangue do próprio Cristo. O gesto do lava-pés mostra Jesus como aquele que veio para servir e ao mesmo tempo nos convoca ao serviço do Reino.

Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor: Nesta celebração, somos convidados a compreender e a viver mais profundamente o mistério da cruz.

Sábado Santo: É o dia da oração silenciosa. Recordamos a morte e o sepultamento de Cristo.

Vigília Pascal e Domingo da Ressurreição: É a festa da Vida Nova: a Liturgia do Fogo e da Luz, em que o Círio Pascal é aceso com o fogo novo e representa o Cristo Ressuscitado que, com sua luz, vence a escuridão; a Liturgia da Água e do Batismo, quando toda a assembléia é convidada a renovar as promessas batismais e a professar solenemente a fé; e a Liturgia Eucarística.

Artigo publicado originalmente em O Encontro, boletim informativo da paróquia Coração Imaculado de Maria, edição nº 21, de abril de 2006 por diácono Francisco Gonçalves

fonte: http://freijuniorcapuchinho.blogspot.it/

26 de março de 2012

Para descontrair e pensar ! =D

Gostei desta imagem porque além de hilária remete ao que vivemos hoje em dia, nesta nova era de modernidade e tecnologia até que ponto as pessoas se expõem ao mundo, onde começa e acaba sua privacidade? E que lugar está reservando para Deus um nosso cotidiano? Vejo todos os dias atualizações de pessoas que mostram na internet coisas que talvez nunca usassem em suas "vidas reais" e usar este termo é muito engraçado devido a remeter-me ao pensamento de até onde esta vida que mantemos nas redes sociais é real para nós, e que consequências medimos aos nos expressarmos através delas. Pensem nisto e nunca se esqueçam do que disse nosso sábio e inesquecível missionário João Paulo II: “Precisamos de Santos de calças jeans”!


Milena Fernandes

Oração do Espírito Santo


Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso.

Amém!

23 de março de 2012

19 de março de 2012

Dinâmica: Uma viagem atrapalhada

OBJETIVO: Refletir sobre as opções e sobre os valores em nossas vidas.

MATERIAL: Caneta e papel.

DESENVOLVIMENTO:
1. O animador vai contando esta história e os participantes vão fazendo o que ele pedir.
Arrume as malas: vamos usar um pouco de imaginação. Dentro de algumas horas você vai viajar para uma ilha não habitada para morar lá durante alguns anos. A viagem é longa, mas seu navio não permite que leve muita bagagem. Apenas dez objetos podem ser carregados. Estes objetos podem ser de qualquer tamanho, peso ou valor.
Não tem jeito, a única solução é começar a fazer sua lista dos dez objetos que você considera mais importantes. Anote no papel os objetos escolhidos por você. Pode ser o carro, cão de estimação, fogão, televisão, etc. Qualquer coisa. Uma dica é que, ao confeccionar sua lista, lembre-se de que o lugar não é civilizado e é totalmente sem recursos.

2. Agora que você tem tudo organizado, devidamente encaixotado, embarcado e encontra-se já em alto mar, surge um problema de última hora. Sérios danos no navio obrigam toda a tripulação a aliviar a carga. O comandante ordena que você jogue cinco objetos de sua lista no mar. A decisão é difícil, mas tem que ser obedecida. Agora faça uma nova lista e fique apenas com cinco objetos que considera de maior valor.

3. Compartilhe sua decisão: Forme grupos de três a cinco pessoas e cada um diz quais foram as cinco coisas com as quais escolheu ficar e quais delas resolveu jogar fora.

4. Meu Deus, uma grande tempestade se aproxima. O comandante pede que mais três objetos sejam jogados ao mar. Somente assim será possível preservar a vida de todos.

5. Bom, você ficou com dois objetos e chegou à ilha. Partilhe com todo o grupo os objetos que você escolheu, dizendo as razões da escolha.

6. Concluir com uma reflexão sobre os objetos escolhidos e sobre a necessidade e as dificuldades de fazer opções.

Boa Semana a todos =D